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Palestras para professores

PANORAMA DA LITERATURA INFANTIL CONTEMPORÂNEA

Apresentação de um painel da literatura infantil atual, suas condições de produção, tendências, novidades, problemas, autores e obras recomendáveis. Leitura de um texto ficcional ao término da apresentação (“O coração de Corali”, de Eliane Ganen)

O QUE É REALMENTE BOM EM LITERATURA INFANTIL?

Refletir sobre a questão da qualidade em literatura infantil, baseado em ensaio do autor, publicado no livro “o que é qualidade em literatura infantil e juvenil? com a palavra, o escritor. Apresentação da obra e exposição dos critérios adotados como leitor, professor, contador de histórias e escritor para desenvolvimento da reflexão que se encontra no artigo do livro.

OS CONTOS POPULARES AFRICANOS NO CAMINHO DA DIVERSIDADE

Refletir sobre a diversidade cultural brasileira a partir dos contos populares africanos e do panorama das obras publicadas no Brasil desde os anos 70. As modalidades textuais e os índices culturais: o conto africano, a fábula africana, o mito africano e a lenda africana.  O contador tradicional (os griôs), as amas de leite, as amas-secas, os quilombos, as casas de candomblé: as histórias como “lugar” de resistência.

O CONTO POPULAR E OS NOVOS TEMPOS: NO LIMIAR DA ÉTICA

O conto popular na literatura infantil e sua estrutura mínima; panorama histórico e o uso elástico da noção de conto popular; classificação, principais compiladores no Brasil e os novos autores.

ÁGUAS QUE MOVEM MOINHOS NUNCA SÃO ÁGUAS PASSADAS – O que é um programa de leitura?

Reflexões sobre o que é um programa de leitura: do ato político à capacitação do leitor crítico, a emergência do ser social e do ser criador. Exemplos de criativos projetos de leitura.

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS
Ementa: “Conversação” abordando a arte de contar histórias e seus elementos técnicos (corpo, voz, intenções, etc.). Em forma de bate-papo o autor expõe os elementos técnicos essenciais para o trabalho do contador de histórias, desde a escolha do texto, até os cuidados e atenções para garantirem uma boa performance na hora de contar. Tudo isto entremeado com pequenas narrações de histórias.

CONTAR HISTÓRIAS SEMPRE, NÃO IMPORTA A DISCIPLINA
Ementa: “Conversação” abordando a importância do contar histórias na sala de aula em qualquer série e em qualquer disciplina. Usando como fio condutor as palavras INFÂNCIA, MEDOS, ACREDITAR, SURPREENDER, A JUSTA MEDIDA E RECOMPENSA, o autor vai costurando as histórias ficcionais que conta, com suas descobertas profissionais e com os elementos que garantem uma boa performance em sala de aula, seja do professor, seja do contador de histórias.

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS E SUA IMPORTÂNCIA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
Ementa: “Conversação” abordando a importância do contar histórias sob vários aspectos (psicológico, pedagógico, histórico, social, estético e cultural), complementada por constatações, ligadas a critérios de seleção, envolvendo questões do tipo: O que as crianças querem ouvir? Como elas lêem? O que contar? Como contar?

CONTADORES DE HISTÓRIAS: A TÉCNICA DA EMOÇÃO E A EMOÇÃO DA TÉCNICA
Ementa: “Conversação” abordando a arte de contar histórias, mas centrando a questão no contador de história, suas possibilidades técnicas e a necessidade de formação de um repertório. Em forma de bate-papo o autor levanta os elementos técnicos essenciais ao contador de histórias, aliando-os à emoção, tudo em função da preparação de uma história para ser contada. Ainda toca em questões como: que tipo de contador cada história exige; os cuidados com a platéia e, finalmente, o contar como exercício da entrega. Tudo isto entremeado com pequenas narrações de histórias.

PROFESSOR LEITOR, ENCANTADOR DE HISTÓRIAS
Ementa: “Conversação” abordando, de maneira auto-biográfica a formação do professor leitor e contador de histórias como consciente agente de leitura e sedutor para o ato de ler .

ENTRE A CRIAÇÃO E A PUBLICAÇÃO
Ementa: “Conversação” abordando, de maneira auto-biográfica a formação do escritor de livros para crianças e jovens, suas leituras obrigatórias, os grandes teóricos da literatura infantil e juvenil, e o trajeto do texto, desde a assinatura de um contrato de edição até chegar à mão do leitor. Tudo isto entremeado com narração de histórias de ficção.

OLHOS DE VER ANDERSEN
Ementa: “Conversação” sobre a vida e a produção literária do autor que é considerado mundialmente o pai da literatura infantil, com enfoques nas características de sua obra, as primeiras traduções no Brasil, as releituras e as paródias, tão comuns na literatura infantil contemporânea; bem como sua exploração por outras linguagens artísticas, especialmente o cinema. Tudo isto entremeado com narração de algumas histórias do autor.

DA SALA DE AULA PARA O PALCO: EXPERIÊNCIAS COM A LITERATURA INFANTIL E O TEATRO
Ementa: “Conversação” abordando a experiência do professor com o teatro na educação. Apresentação dos projetos desenvolvidos ao longo de muitos anos de trabalho com o teatro, desde projetos avulsos, como oficinas de exercícios cênicos, passando pelo uso do teatro na escola, através do projeto TEATRO DO LIVRO, até chegar à experiência com o teatro em uma disciplina universitária. para o público. Se for possível, pede-se microfone auricular para o professor.


Informações técnicas:

Duração: Em geral as palestras duram cerca de 2 horas

Proposta de trabalho: De forma interativa, utilizando recursos multimídia, o professor vai conversando com a platéia e atuando como contador de histórias, através de histórias de ficção que ilustram o assunto que está sendo abordado. São contadas, em média, de 3 a 4 histórias no decorrer da palestra.

Público-alvo: bibliotecários, agentes de leitura, professores de língua portuguesa e literatura, artes, professores da educação infantil e do ensino fundamental, dinamizadores de salas de leitura.

Condições para a realização do trabalho: é obrigatório o uso do data-show completo (CPU, telão, caixa de som e projetor), bem como microfones para o professor e para o público. Se for possível, pede-se microfone auricular para o professor.

Algumas destas palestras exigem proximidade do público e só poderão ser realizadas para um máximo de 250 a 300 pessoas.

Nenhuma destas palestras poderá ser realizada em quadras esportivas ou ginásios de esportes.